Apesar da contínua demonização feita pelos tabloides da Grã-Bretanha, o relatório, conduzido pelo parlamentar liberal da Holanda Toine Manders, frisa que não há nenhuma prova de que o jogo tem qualquer impacto negativo imediato sobre as crianças. “Videogames não são perigosos na maioria dos casos e podem inclusive contribuir para o desenvolvimento de habilidades importantes”, afirmou Manders. O estudo pede que o bloco de 27 países da Europa trabalhe em conjunto para fortalecer um código voluntário europeu conhecido como “PEGI”, que classifica os games de acordo com o conteúdo. Aproveitando a oportunidade gostaria de citar um site de jogos muito bom que recomendo a todos nas horas vagas: http://www.njogos.com.brUm estudo realizado pela União Europeia a respeito do impacto dos jogos de computador sobre as crianças concluiu que os games fazem bem aos pequenos, poisestimulam o aprendizado e encorajam a criatividade, a cooperação e o senso de inovação.
Jogos Fazem Bem As Crianças?
Atividade física melhora desempenho escolar
Pular corda, jogar bola e correr influenciam a capacidade de aprendizado das crianças
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Como anda o rendimento do seu filho no colégio? As notas nunca foram tão baixas e os professores vivem reclamando da falta de envolvimento dele nas aulas? E na hora de fazer a lição de casa é aquele sofrimento? Calma. Antes de sair vociferando com o boletim nas mãos e aplicar aquele sermão típico de pais zelosos, tente uma estratégia mais sutil — e eficiente. Que tal propor a ele que se exercite mais?
É isso mesmo! A ideia é que a criança corra, pule e brinque até cansar, todos os dias, na escola ou em casa. Se ela tiver uma bola, uma corda ou, quem sabe, uma piscina por perto, melhor ainda. Na verdade, o que um estudo da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, acaba de revelar é que a atividade física tem relação direta com o desempenho escolar da molecada.
Os pesquisadores submeteram crianças de 9 e 10 anos a testes de raciocínio em dias diferentes. No primeiro, elas caminharam sobre a esteira; no outro, descansaram. “O exercício físico fez com que os garotos tivessem maior atenção nas avaliações, melhor resultado nas tarefas e compreensão mais clara da leitura”, conta a SAÚDE! o autor do trabalho, Charles Hillman. Ainda faltam explicações bem aprofundadas sobre a influência da atividade física na capacidade de aprendizado das crianças. Segundo Hillman, o que se sabe por enquanto é que suar a camisa mexe com o cérebro: “O exercício faz com que proteínas e neurotransmissores associados a aspectos importantes da aquisição de conhecimento atuem de forma diferente”, diz.
Ricardo Barros, coordenador do Grupo de Trabalho em Medicina Desportiva e Pediatria da Sociedade Brasileira de Pediatria, vai além e dá como exemplo a ginástica rítmica. “É preciso concentração, habilidade de postura, coordenação e equilíbrio para aprender movimentos como estrela ou cambalhota”, explica o pediatra. “Repare que são todos requisitos também atrelados à aprendizagem.”
Os especialistas, porém, destacam um aspecto importante negligenciado pelos adultos: crianças devem praticar atividades físicas recreativas, e nunca competitivas. “Os pequenos querem brincar. Distorcer esse interesse é um erro”, enfatiza Jorge Steinhilber, presidente do Conselho Federal de Educação Física. “Até os 10 anos, eles devem de preferência fazer jogos de coordenação motora com bolas, panos, arcos, papel e o que mais a criatividade permitir.”
Outra recomendação fundamental é nunca exigir demais da meninada, tampouco cobrar resultados. Isso só vai trazer desilusão, frustração e abandono precoce da atividade. “Além disso, o excesso de treinamento pode levar a distúrbios do sono, falta de apetite, cansaço e lesões musculares constantes”, alerta Ricardo Barros.
Aedes aegypti - Dengue
A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 a 100 milhões de pessoas se infectem anualmente, em mais de 100 países, de todos os continentes, exceto a Europa. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em conseqüência da dengue.
A dengue é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus da família Flaviridae e é transmitida através do mosquito Aedes aegypti, também infectado pelo vírus.
Em todo o mundo, existem quatro tipos de dengue, já que o vírus causador da doença possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.
No Brasil, já foram encontrados da dengue tipo 1, 2 e 3. A dengue de tipo 4 foi identificada apenas na Costa Rica.
A dengue pode se apresentar – clinicamente - de quatro diferentes formas: Infecção Inaparente, Dengue Clássica, Febre Hemorrágica da Dengue e Síndrome de Choque da Dengue. Dentre eles, destacam-se a Dengue Clássica e a Febre Hemorrágica da Dengue.
- Infecção Inaparente
A pessoa está infectada pelo vírus, mas não apresenta nenhum sintoma. A grande maioria das infecções da dengue não apresenta sintomas. Acredita-se que de cada dez pessoas infectadas apenas uma ou duas ficam doentes.
- Dengue Clássica
A Dengue Clássica é uma forma mais leve da doença e semelhante à gripe. Geralmente, inicia de uma hora para outra e dura entre 5 a 7 dias. A pessoa infectada tem febre alta (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, manchas vermelhas na pele, dor abdominal (principalmente em crianças), entre outros sintomas.
Os sintomas da Dengue Clássica duram até uma semana. Após este período, a pessoa pode continuar sentindo cansaço e indisposição.
- Dengue Hemorrágica
A Dengue Hemorrágica é uma doença grave e se caracteriza por alterações da coagulação sanguínea da pessoa infectada. Inicialmente se assemelha a Dengue Clássica, mas, após o terceiro ou quarto de evolução da doença, surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pelo e nos órgãos internos. A Dengue Hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas.
Na Dengue Hemorrágica, assim que os sintomas de febre acabam a pressão arterial do doente cai, o que pode gerar tontura, queda e choque. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.
- Síndrome de Choque da Dengue
Esta é a mais séria apresentação da dengue e se caracteriza por uma grande queda ou ausência de pressão arterial. A pessoa acometida pela doença apresenta um pulso quase imperceptível, inquietação, palidez e perda de consciência. Neste tipo de apresentação da doença, há registros de várias complicações, como alterações neurológicas, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural.
Entre as principais manifestações neurológicas, destacam-se: delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia, paralisias e sinais de meningite. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.
fontes: Portal da Saúde portal.saude.gov.br e www.combateadengue.com.br/
Meningite
Dor intensa pode indicar meningiteInfectologistas recomendam que, na suspeita
da doença, o paciente procure um médico
Dor de cabeça intensa, vômito freqüente e febre. Os sintomas - que muitas vezes podem parecer de uma doença comum_ são os principais alertas para que o paciente corra para um médico para verificar se tem meningite. A recomendação dos profissionais é que o paciente não se automedique.
Os especialistas explicam que a meningite é tratada com antibióticos, em altas dosagens, que são aplicadas diretamente na veia do infectado. ‘Se o paciente toma um antibiótico por conta própria, a dose baixa só atrapalha na recuperação’, afirma o infectologista Orlando Jorge Gomes da Conceição, 45 anos, do Hospital São Luiz. Normalmente, afirma o médico, o doente precisa ficar internado no hospital para se tratar.
A divulgação de casos recentes de pacientes com meningite, principalmente no Guarujá (87 km de SP), que admitiu neste mês ter um surto da doença após a morte de uma criança e cinco doentes confirmados, tem causado preocupação. Os médicos afirmam que, se descoberta logo no início, a meningite não traz seqüelas e diminui consideravelmente o risco de morte dos pacientes.
A meningite _inflamação das meninges_ pode ser causada por vírus, bactérias ou fungos (veja os tipos ao lado). O médico infectologista do Hospital Albert Einstein, Luís Fernando Aranha Camargo, 45 anos, diz que o exame para detectar se o paciente tem ou não meningite é feito em hospitais, onde é realizado o exame de líquor (retirada de um líquido da medula espinhal). ‘O procedimento é simples, pouco doloroso e o diagnóstico é eficaz e sai em algumas horas’, explica.
Qualquer pessoa pode ter meningite, mas a doença é mais comum em crianças e jovens. Os idosos, afirma o médico, geralmente tem a meningite pneumocócica.
Ele explica que a meningite pneumocócica oferece mais risco do paciente ter seqüelas como surdez, paralisia cerebral e dificuldade no aprendizado. O tipo meningocócico é o que causa mais mortes de pacientes. Essa meningite, que é transmitida com mais freqüência de uma pessoa para outra, é considerada pelos médicos a mais fácil de ser tratada, desde que a doença seja descoberta logo.
A meningite é transmitida pelo ar ou pelo contato direto com pessoas doentes. No calendário de vacinação do país, está prevista apenas a vacina contra a meningite por hemófilos. Para se prevenir contra a pneumocócica e meningocócica, o paciente tem de procurar a rede particular para se imunizar. A vacina contra a meningocócica é usada apenas em casos de surto. Em 2007, a Secretaria de Estado da Saúde registrou 9.488 casos de meningite e 473 mortes. O número é menor em relação a 2006 quando foram 9.548 casos e 935 mortes.(GB)
Desinformação deixou seqüelas em criança
O menino Pedro Arthur, 4 anos, teve meningite pneumocócica quando tinha apenas um ano e seis meses. Pela falta de informação, a descoberta da doença foi demorada e a criança teve seqüelas.
O pai do menino, Rodrigo Diniz, 33 anos, disse que descobriu a doença depois de o filho ter uma sinusite. ‘Nós não fomos informados do perigo’, afirma Diniz, que montou um instituto para divulgar os riscos e como prevenir a doença.
Diniz lembra que o pediatra do filho não descobriu logo a meningite. A criança teve uma lesão na medula que o deixou tetraplégico e respirando com a ajuda de aparelhos.
Os pais de Pedro fazem um abaixo-assinado para conseguir apresentar um projeto de lei para que o governo ofereça todas as vacinas contra a meningite nos postos. ‘Tivemos uma segunda filha e pagamos para que ela tivesse todas as vacinas’, comenta.
Maçã para afastar a gripe
As últimas sobre plantas medicinais
A planta anticolesterol
Trata-se da brasileiríssima guavirova. Suas folhas têm substâncias capazes de derrubar os níveis de gordura no sangue,
A ficha da planta
Nome científico:
Campomanesia xanthocarpa.
Nome popular:
Guavirova ou guabiroba.
Onde é encontrada:
Nos estados do Sul do Brasil, em Goiás e Minas Gerais.
Partes usadas:
As folhas, a casca da árvore e o fruto, que é rico em vitamina C e ingrediente de geleias e picolés.
Dá para suar menos
Estou suando em bicas” — você já deve ter ouvido alguém falar desse jeito. Provavelmente, porque ficou horas no trânsito ou correu e fez outra atividade física. Em situações assim, o corpo ativa seu próprio sistema de resfriamento, baixando a temperatura interna por meio da produção de suor. Efeitos colaterais severos, como dificuldade deFique tranquilo: não é porque você encharca a camisa no trabalho que está condenado a conviver com as cataratas do Iguaçu rolando do seu corpo. A hiper-hidrose — esse é o nome do problema — tem solução
Até aí, tudo normal. Para 2% da população, no entanto, o pinga-pinga da sudorese é bem mais atrevido e nada tímido. Pelas axilas, palma das mãos, planta dos pés, cabeça e face — o suor escorre inclusive em dias frios e em momentos de descanso. Quem se encaixa nesse quadro sofre do que se define por hiper-hidrose.
E o distúrbio merece esse superlativo — híper. Normalmente, uma pessoa em repouso elimina de 400 a 800 mililitros de água por dia, pela pele e pelos pulmões. Já indivíduos com hiper-hidrose chegam a desaguar, em casos extremos, até 8 litros de suor! “A doença limita o convívio social e até atrapalha a vida profissional”, afirma Álvaro Razuk, cirurgião vascular da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
A arquiteta Maria Cláudia Buarraj El Khouri, 30 anos, que o diga. Durante muito tempo ela carregou toalhinhas na bolsa e nem sequer podia andar de mãos dadas. Maria Cláudia se submeteu a uma cirurgia para acabar com o constrangimento e, felizmente, ficou curada (veja o quadro).
Não adianta se irritar com a suadeira. A ansiedade só agrava o sintoma. “O estímulo emocional afeta a área cerebral do hipotálamo, que intensifica a liberação de suor onde o paciente já tem a queixa”, explica Antônio José Maria Cataneo, professor titular do Departamento de Cirurgia e Ortopedia da Faculdade de Medicina de Botucatu. Segundo ele, quem é alvo do transtorno deve evitar pimenta, chocolate, chá e carne de porco, que estimulam o sistema nervoso simpático, dando ordens sem parar às glândulas da pele. A seguir, alguns dos tratamentos disponíveis — uns prometem mais do que cumprem, diga-se.ANTITRANSPIRANTE:
contém cloridrato de
alumínio ou de glutaraldeídoPara axilas
e pés parcialmente
a produção de suor em casos muito levesApresenta eficácia
questionável e
pode irritar a peleIOTONFORESE:
aparelho cuja corrente
elétrica obstrui
os porosPara mãos
e pésVendido em
lojas de produtos cirúrgicos
para ser usado
em casaOs resultados
são insatisfatórios
e ainda pode
causar queimaduraREMÉDIOS:
inibem o neurotransmissor
que controla as glândulas sudoríparasTodas as partes
do corpoReduz a produção
de suor
urinar e cefaleiaTOXINA BOTULÍNICA:
bloqueia o estímulo
nervoso rumo às
glândulas de suorPara as
axilasSeus efeitos
se prolongam por oito meses,
em média.
A dor é suportávelEm geral,
o problema
só recrudesce
após sucessivas aplicações

