SALTO ALTO PREJUDICA
Emagreça com saúde
É o que dá para concluir dos resultados de um estudo publicado no periódicoInternational Journal of Obesity. A pesquisa analisou a relação entre o consumo de carne vermelha e a ocorrência de obesidade usando o índice de massa corpórea (IMC) e a medida da circunferência da cintura em americanos adultos. Só para ter uma ideia, IMC acima de 30 e cintura além de 94 centímetros para os homens e 80 centímetros para mulheres já indicam um quadro obeso.
10 razões para você dormir bem
Há quem não pestaneje em dizer que dormir é sinônimo de perda de tempo. Trabalho, provas, festas, viagens — motivos (ou desculpas) não faltam para deixar a cama de lado. Mas o corre-corre, culpado pela rejeição ao travesseiro, cobra seu preço. Mais do que uma ilusão, fugir do sono é desferir um golpe no próprio corpo. No último congresso mundial de estudiosos desse assunto, o Sleep, realizado recentemente nos Estados Unidos, não restaram dúvidas: além de repor a energia, trata-se de um antídoto contra problemas bem mais graves que as visíveis olheiras.Vá para a cama e se entregue aos sonhos. Isso é tão importante quanto se alimentar direito e praticar atividade física para prevenir doenças, manter a cabeça a toda e até preservar o casamento
Mas saiba que o descanso não exige apenas oito horas sob os lençóis. Ele requer regularidade — sim, o ideal é adotar um horário para despertar e outro para se deitar. “O sono também não deve ser fragmentado, ou seja, interrompido muitas vezes ao longo da noite”, avisa o neurologista Rubens Reimão, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Esses cuidados são cruciais para que o organismo relaxe e cumpra tarefas exclusivas da madrugada. “É nesse período que produzimos o hormônio do crescimento, caro à recuperação dos músculos e dos ossos”, diz Reimão. E ainda fabricamos a melatonina, que zela pelas células e dá corda no relógio biológico. Bem, não vá bocejar justo agora. Trate de espantar por alguns minutos a vontade de contar carneirinhos e confira o que a ciência tem comprovado sobre os benefícios de pregar os olhos.
1. O elixir da longa vida
Assim poderia ser definido o sono — e não há exagero nessa afirmação. Um de seus efeitos protetores foi revelado por um estudo apresentado no Sleep. O trabalho acompanhou 5 mil americanos durante oito anos. Os indivíduos que prezaram um bom descanso noturno tornaram- se menos vulneráveis a todo tipo de doença. “As pessoas que dormem menos de seis ou mais de nove horas correm mais risco”, conta a líder da pesquisa, Alison Laffan, daEscola de Saúde Pública Johns Hopkins. Quando falamos em sono, nem sempre quantidade espelha qualidade. Ficar tempo demais debaixo das cobertas pode ser o resultado de uma noite conturbada e não reparadora. “E essa condição aumenta a pressão arterial, favorecendo males cardiovasculares”, diz a cientista.
2. Em paz com a balança
A batalha para emagrecer parece invencível? Então avalie como andam suas noites. Existem fortes indícios de que ficar em claro financie essa derrota. “A privação de sono faz cair a produção de leptina, o hormônio da saciedade”, afirma o neurologista Luciano Pinto Júnior, presidente da Associação Brasileira do Sono. Quem não apaga como deveria tende a exagerar nas refeições e ainda tem pouca disposição para se exercitar. O excesso de peso, aliás, costuma ser acompanhado pela apneia, distúrbio marcado por roncos e interrupções na respiração durante a noite. “Cerca de 50% dos obesos sofrem dessa doença, que contribui para perpetuar os quilos a mais”, diz a cardiologista Germana Linhares, da Universidade Federal do Ceará.
3. Xô, diabete!
Há alguns anos a insônia é acusada de incentivar esse mal. Um estudo daUniversidade do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, encontrou uma nova prova dessa perigosa ligação: pacientes insones — que têm dificuldades para adormecer ou manter o sono — estão mais sujeitos ao diabete tipo 2. Outro trabalho realizado em solo ianque, também discutido no Sleep, concluiu que tanto dormir de mais como de menos prepara o terreno para o transtorno. Embora nem todos os mecanismos para justificar esse elo tenham sido decifrados, os especialistas creem que a privação de sono — intencional ou patológica — atrapalhe a ação da insulina, o hormônio que leva o açúcar para dentro das células. Esse seria o primeiro passo para o desenvolvimento do mal do sangue doce.
4. DNA resguardado
O código genético é o primeiro da fila a sofrer retaliações pelas noites maldormidas. Para calcular até que ponto as unidades do genoma se alteram devido a esse serão às avessas, pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) submeteram um grupo de ratos a uma experiência. Eles impediram que os bichinhos chegassem ao estágio mais profundo do sono, a fase REM, durante quatro dias. “Ao analisar mais tarde o cérebro dos animais, notamos mudanças nas expressões de genes ligados à manutenção da atividade celular e à proteção contra radicais livres”, conta Camila Guindalini, uma das autoras. É provável ainda que tais modificações tenham ocorrido em outros cantos do corpo. Mas o que aconteceria se, depois desse suplício, os ratos pudessem repousar por 24 horas? Camila e os colegas fizeram o teste. “Apenas 62% dos genes alterados voltaram ao normal”, diz. Agora, a equipe já analisa o impacto da carência do sono REM em seres humanos. Apesar de ser possível restabelecer o DNA após um final de semana em claro, esse caminho se torna sem volta quando a privação de sono é contínua. Afinal, isso pode corroborar mutações, transformações irreversíveis nos genes que estão por trás de males degenerativos.
5. Cabeça nota 10
Esta é para você convencer seu filho a largar o computador e ir para a cama antes da meia-noite. Segundo um trabalho da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, um sono de qualidade aprimora o desempenho acadêmico. Após avaliar 56 adolescentes, os pesquisadores observaram que quem dormia pouco ou acordava muito ao longo da noite teve as notas mais baixas em disciplinas como matemática e línguas. “O repouso fragmentado é prejudicial porque impede de chegar aos estágios mais profundos do sono”, diz a biomédica Deborah Suchecki, da Unifesp. A especialista está finalizando um estudo com achados semelhantes. “Animais que aprendem uma tarefa e são privados de sono têm uma pior performance quando vão realizá-la”, conta. “Mas, se os deixamos dormir, sua atuação é tão boa quanto a dos animais que não são desprovidos de descanso.”
6. Ideias a mil
Há dias em que quebramos a cabeça para resolver um problema e, após horas extenuantes, não conseguimos dar cabo dele. Daí, basta uma bela adormecida para na manhã seguinte cumprir a tarefa em minutos. Ora, dormir é um remédio para a criatividade. Quem assina embaixo é a expert em sono Sara Mednick, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, que acaba de mensurar esse potencial. “Descobrimos que a fase REM, aquela em que sonhamos, melhora em até 40% a habilidade de solucionar questões que exigem nosso lado criativo”, conta. “Isso porque nesse estágio ocorrem associações entre ideias que antes estavam desconexas”, explica Mednick. “Durante os sonhos, o cérebro processa os eventos do dia e se prepara para resolvê-los”, comenta Deborah Suchecki.
Vírus da gripe suína não é o mesmo da gripe espanhola
Está circulando uma corrente via e-mail que traz, em um arquivo PowerPoint, a capa da SAÚDE! de junho de 2000 e um dossiê sobre a ameaça de uma supergripe, material que foi publicada na mesma edição. Em suma, a reportagem, assinada pelo jornalista Duda Teixeira, que integrava o time da revista na época, traça um panorama da doença, mergulhando em fatos históricos e médicos além de apresentar perspectivas futuras sobre o problema.
O texto da corrente, no entanto, distorce algumas informações, dando um tom alarmista à mensagem. Eis o trecho que leva à confusão: “Quando olhamos a terceira página da reportagem, encontramos o vírus H1N1 e toda a sua relação com a questão suína... O que não sabíamos entretanto é o que vírus H1N1 era o próprio vírus da gripe espanhola que matou cerca de 20 milhões de indivíduos em 1918. Ou seja, não se trata de uma nova gripe, mas sim a própria espanhola... Acredito que isso esteja seja mantido em certo sigilo para evitar pânico na população”.
Na verdade, o vírus que provocou a gripe espanhola é da mesma família do vírus por trás da atual pandemia. Em outras palavras, não se trata do mesmo micro-organismo. O vírus da chamada gripe suína é uma mutação de vários outros parentes e que, antes de contaminar seres humanos, infectou aves e porcos até assumir sua forma atual. Resumo da ópera: nada está sendo ou foi mantido em sigilo.
Infecção urinária: perguntas e respostas
O que é infecção urinária? FONTE: REVISTA SAÙDEEspecialistas esclarecem as principais dúvidas sobre o assunto
Ela é caracterizada pela a presença de micro-organismos na urina. O líquido que enche a bexiga é estéril – ou seja, livre de bactérias. Mas, quando esses bichinhos se multiplicam ao redor da uretra e conseguem se infiltrar no canal da urina até chegar à bexiga, desencadeiam uma infecção. “Em 85 % dos casos, o problema é provocado pela bactéria Escherichia coli, que integra a flora intestinal”, ressalta Fernando Almeida, professor de urologia daUniversidade Federal de São Paulo.
Existem tipos diferentes?
Sim. O mais comum é a infecção na bexiga, a famosa cistite. Mas os micro-organismos também podem atacar os rins, o que é chamado de pielonefrite.
Quais são os sintomas?
“Os clássicos são dor e ardor na hora de urinar”, afirma Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Pode haver também um aumento da frequência de idas ao banheiro, sensação de bexiga cheia, sangramento ou um simples mal-estar acompanhado de febre.
A doença é transmissível?
“Definitivamente, não”, assegura Fernando Almeida. Mas é mais comum que ela dê as caras depois de relações sexuais, porque o pH da região fica alterado. Entre mulheres que variam muito de parceiro, a incidência é comprovadamente maior.
Por que esse tipo de infecção é mais frequente em mulheres?
Elas têm o canal da uretra mais curto e, por isso, é mais fácil as bactérias chegarem aonde não devem. Além disso, elas costumam ter o péssimo hábito de segurar a urina por mais tempo que os homens – um prato cheio para as bactérias se proliferarem.
Por que algumas pessoas têm o problema com mais frequência?
Isso envolve fatores hereditários e imunológicos. A atenção com a higiene é essencial, mas a infecção pode aparecer mesmo em quem toma todo o cuidado do mundo.
Por que as grávidas ficam mais sujeitas a esse tipo de infecção?
Estima-se que de 15% a 20% das gestantes terão ao menos uma vez esse tipo de infecção. Isso acontece porque, durante esse período, o aumento da circulação sanguínea na região pélvica faz a umidade vaginal aumentar, facilitando a passagem das bactérias do ânus para a uretra.
Os homens estão livres da doença?
Não é bem assim. É verdade que esse é um problema tipicamente feminino, mas a infecção também acomete a ala masculina.
Ela é mais frequente em pessoas idosas?
Sim. “A resistência diminui com a idade e, no caso das mulheres, há uma queda de hormônios que deixam a região pélvica mais sensível”, diz Eduardo Zlotnik.
Existe alguma forma de prevenir?
Segundo Zlotnik, a recomendação é beber muita água para que as idas ao banheiro não fiquem muito espaçadas. “Assim você vai limpando o trato urinário”, explica. Urinar depois das relações sexuais e evitar banhos de imersão também ajudam.
Beber cerveja após exercício físico faz bem
Segundo o jornal britânico Daily Mail, uma pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de Granada em Espanha, mostra que a bebida ajuda a repor o líquido perdido na transpiração, durante o exercício.
Os investigadores acreditam que os açúcares, sais e gás da cerveja ajudam o organismo a absorver os fluidos mais rapidamente.
O jornal afirma que, com base no estudo, os pesquisadores recomendam o consumo moderado de cerveja após os exercícios - 500 ml para homens e 250 mil para as mulheres - como parte de uma dieta atlética.
Segundo James Betts, especialista em rehidratação pós-exercício da Universidade inglesa de Bath citado pelo Daily Mail,
Mas Betts afirma que a melhor maneira de se rehidratar depois de fazer exercício ainda é com bebidas energéticas ricas em açúcares, água e sal.
Lembre-se: Respeite seu limite, grande quantidade de álcool pode causar danos à saúde. Se beber não dirija e se dirigir não beba.
Cigarro...uma máquina de matar pessoas
Hoje o G1 divulgou a nova campanha do Ministério da Saúde contra o cigarro. A nova campanha é mais forte e chocante em relação à anterior, e visa criar repulsa ao cigarro. Acho engraçado este tipo de campanha, não pelo conteúdo em si, mas pela campanha ter que existir. Vamos aos fatos. Cigarro mata, causa câncer e dezenas de outras problemas à saúde humana. O SUS gasta bilhões com o tratamento de pessoas que estão doentes em decorrência do uso do produto. Além de toda a grana gasta no tratamento destes usuários, ainda gasta grana para fazer propaganda contra o produto. Aí vem a pergunta, não seria muito mais prático proibir a venda de cigarros? Veja o que iríamos economizar a longo prazo. Depois que os últimos usuários de cigarro morrerem (o que não deve demorar muito) após a proibição, o dinheiro empregado no tratamento destes usuários poderia ser investido em outras áreas da saúde e este tipo de ação não seria mais necessária. Verdades sobre o cigarro Fumante passivo A inalação da fumaça de derivados do tabaco (cigarro, charuto, cigarrilhas, cachimbo e outros produtores de fumaça) faz mal para as pessoas que não fumam, mas convivem com fumantes em ambientes fechados. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a fumaça dos derivados do tabaco é o maior responsável pela poluição em ambientes fechados. Existem duas formas de se inalar a fumaça do cigarro. Uma é quando o fumante traga, absorvendo 4.720 substâncias tóxicas. A outra forma é pela fumaça que sai livremente da ponta acesa do cigarro, ou de outro derivado do tabaco, para o ar ambiente e põe em risco a saúde daqueles que não fumam. Em média, este ar poluído contém três vezes mais nicotina, três vezes mais monóxido de carbono, e até cinqüenta vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça que entra pela boca do fumante depois de passar pelo filtro do cigarro. Em vez de chocar… por que não proibir?
Doenças causadas pelo cigarro
O cigarro é responsável por:
5 Dicas para deixar de fumar
Planeje
Determine um dia em que você vai parar e crie um plano de ação para chegar lá. Depois que você parar, não fume - NEM UMA TRAGADA!
Procure ajuda
Pesquisas mostram que você tem uma maior chance de conseguir parar de fumar se tiver ajuda. Sua família e amigos podem oferecer apoio para ajudá-la a lidar com acontecimentos que aumentem sua ansiedade e sua vontade de fumar.
Mude sua rotina
Inclua ginástica na rotina diária e procure controlar o stress de maneiras saudáveis.
Consiga medicamentos e use corretamente
O Ministério da Saúde aprovou diversos medicamentos, como reposição de nicotina, que ajudam a parar de fumar. Consulte seu médico sobre o assunto.
Esteja preparada
A maior parte das recaídas ocorre nos três primeiros meses depois de parar e a maior parte das pessoas tenta diversas vezes antes de finalmente conseguir largar o cigarro. Tente evitar situações "tentadoras", como beber ou sair com fumantes.
Dá para suar menos
Estou suando em bicas” — você já deve ter ouvido alguém falar desse jeito. Provavelmente, porque ficou horas no trânsito ou correu e fez outra atividade física. Em situações assim, o corpo ativa seu próprio sistema de resfriamento, baixando a temperatura interna por meio da produção de suor. Efeitos colaterais severos, como dificuldade deFique tranquilo: não é porque você encharca a camisa no trabalho que está condenado a conviver com as cataratas do Iguaçu rolando do seu corpo. A hiper-hidrose — esse é o nome do problema — tem solução
Até aí, tudo normal. Para 2% da população, no entanto, o pinga-pinga da sudorese é bem mais atrevido e nada tímido. Pelas axilas, palma das mãos, planta dos pés, cabeça e face — o suor escorre inclusive em dias frios e em momentos de descanso. Quem se encaixa nesse quadro sofre do que se define por hiper-hidrose.
E o distúrbio merece esse superlativo — híper. Normalmente, uma pessoa em repouso elimina de 400 a 800 mililitros de água por dia, pela pele e pelos pulmões. Já indivíduos com hiper-hidrose chegam a desaguar, em casos extremos, até 8 litros de suor! “A doença limita o convívio social e até atrapalha a vida profissional”, afirma Álvaro Razuk, cirurgião vascular da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
A arquiteta Maria Cláudia Buarraj El Khouri, 30 anos, que o diga. Durante muito tempo ela carregou toalhinhas na bolsa e nem sequer podia andar de mãos dadas. Maria Cláudia se submeteu a uma cirurgia para acabar com o constrangimento e, felizmente, ficou curada (veja o quadro).
Não adianta se irritar com a suadeira. A ansiedade só agrava o sintoma. “O estímulo emocional afeta a área cerebral do hipotálamo, que intensifica a liberação de suor onde o paciente já tem a queixa”, explica Antônio José Maria Cataneo, professor titular do Departamento de Cirurgia e Ortopedia da Faculdade de Medicina de Botucatu. Segundo ele, quem é alvo do transtorno deve evitar pimenta, chocolate, chá e carne de porco, que estimulam o sistema nervoso simpático, dando ordens sem parar às glândulas da pele. A seguir, alguns dos tratamentos disponíveis — uns prometem mais do que cumprem, diga-se.ANTITRANSPIRANTE:
contém cloridrato de
alumínio ou de glutaraldeídoPara axilas
e pés parcialmente
a produção de suor em casos muito levesApresenta eficácia
questionável e
pode irritar a peleIOTONFORESE:
aparelho cuja corrente
elétrica obstrui
os porosPara mãos
e pésVendido em
lojas de produtos cirúrgicos
para ser usado
em casaOs resultados
são insatisfatórios
e ainda pode
causar queimaduraREMÉDIOS:
inibem o neurotransmissor
que controla as glândulas sudoríparasTodas as partes
do corpoReduz a produção
de suor
urinar e cefaleiaTOXINA BOTULÍNICA:
bloqueia o estímulo
nervoso rumo às
glândulas de suorPara as
axilasSeus efeitos
se prolongam por oito meses,
em média.
A dor é suportávelEm geral,
o problema
só recrudesce
após sucessivas aplicações